
Especial 90 anos Seaerj: Adilson Castro, a presença certa em todos os momentos
Quando se fala em história viva da Seaerj, é impossível não lembrar de Adilson Castro. Com 44 anos de casa, ele conhece cada canto da entidade como poucos. Não apenas por ter testemunhado as transformações ao longo do tempo, mas por ter literalmente ajudado a construí-las.
Adilson começou sua trajetória como faxineiro, ainda jovem. Pouco tempo depois, passou a atuar também na cozinha e em atividades gerais. Sua dedicação chamou a atenção do então diretor Sérgio Werneck, que o convidou para assumir uma nova função: garçom da casa, cargo que ocupa até hoje com orgulho. Primeiro, atendia os associados na sala de sinuca e nas áreas comuns. Depois, passou ao atendimento no restaurante da sede.
Sempre prestativo, Adilson se tornou o tipo de funcionário que todos procuram quando algo precisa ser resolvido. “Não existe nada que me peçam que eu não faça de bom grado”, afirma ele.
Entre tantas lembranças, ele destaca as mudanças estruturais da sede como momentos marcantes. “Eu vi fazer esse prédio desde o chão”, disse ao relembrar a construção da atual área da tesouraria e do Centro Cultural. Outro marco que não sai da memória são as festas juninas organizadas pela Seaerj: eventos animados e cheios de pessoas importantes, que marcaram época na casa.
Adilson também acompanhou a transformação do restaurante. Antes, o espaço contava com divisórias e sofás, o que dava um local mais reservado, onde ocorriam reuniões. Hoje, o ambiente é um salão contínuo, mais aberto e integrado. Adilson segue no mesmo local, servindo com o mesmo zelo de sempre.
Com um relacionamento próximo e afetuoso com os associados, Adilson construiu não apenas uma carreira, mas um vínculo genuíno com a entidade e com as pessoas. “Essa casa pra mim é uma casa abençoada. Eu honro a camisa da Seaerj, sempre honrei”, declarou. Foi seu primeiro emprego, e continua sendo o lugar onde sente orgulho de estar todos os dias.
Para ele, a força da Seaerj está nos seus funcionários e associados. “São eles que mantêm essa casa de pé e fazem ela durar”, afirma ele, que entende, na prática, o valor da dedicação.






