Os profissionais do IEEA/RJ, participaram das manifestações contra a extinção do Instituto prevista na PL nº 2.238/2016
A construção do trecho Praça Saens Peña até Praça General Osório que soma 13.500 metros de galerias do Metrô do Rio de Janeiro, teve grande parte executada pelo método Cut and Cover (cortar e cobrir) e consumiu 40 anos, com enormes transtornos à cidade e ao dia dia da população.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro começa a discutir os projetos do pacote de medidas apresentados pelo Governo do Estado após o feriado. Serão 21 projetos ao todo, incluindo o Projeto de Lei 2238/2016 que extingue o Instituto Estadual …
O Bazar das Meninas realizada nesta quarta-feira (09/11), na Casa das Máquinas da SEAERJ, arrecadou fundos para ajudar a creche do Outeiro da Glória. A Diretoria Assistencial em parceria com as pensionistas da SEAERJ comemorou o sucesso do bazar. – …
Foi instituído no primeiro semestre de 2015 pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro_ALERJ, comissão para identificar as causas da ineficiência do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG). Este relatório apresenta os resultados dessa comissão. Abaixo …
Otimista, esta a avaliação do Arquiteto Urbanista Augusto Ivan de Freitas Pinheiro com 45 anos de experiência no serviço público e, atualmente, Assessor Especial da Presidência da Empresa Olímpica Municipal, ao responder à indagação: o Rio de Janeiro se enquadraria no conceito de cidade sustentável?
A Mattos Santos Cidade do Rio de Janeiro não tem crise de água à vista, mesmo com essas reduções de vazão anunciadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Operador do Sistema Elétrico Nacional (ONS), porque o Sistema Guandu de abastecimento de água utiliza 40 m³ por segundo, volume bem inferior ao que o rio Guandu mantém.
Chineses Participam de Palestra na SEAERJ
Representantes da MUTUA e Qualicorp tiram dúvidas dos Associados na SEAERJ
Em análise especial deste tema para a revista SEAERJ HOJE, o Presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil-RJ, Arquiteto Pedro da Luz Moreira, menciona que, na Cidade do Rio de Janeiro, os assentamentos (favelas) já correspondem a 20% da sua população. É de opinião que um programa de urbanização de favelas, ou de regularização de loteamentos irregulares, deveria fazer parte da política pública das cidades, em paralelo a uma política de produção de unidades habitacionais para o País.








